Manaus – Aumento das tarifas de água e esgoto tem gerado polêmica na capital amazonense. A Procuradoria-Geral do Município (PGM) vai recorrer do reajuste de 5,52% aplicado pela empresa Águas de Manaus. Este aumento, solicitado pelo prefeito David Almeida, levantou preocupações entre os consumidores e as autoridades locais.
Reajuste à Margem da Regulamentação
O diretor-presidente da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman), Elson Andrade, afirmou que o reajuste foi feito sem o conhecimento do órgão regulador. Segundo ele, a empresa comunicou a aplicação do reajuste de forma inesperada, alegando que este entraria em vigor nas faturas de março. No entanto, a Ageman ainda estava analisando os fundamentos apresentados pela concessionária.
Medidas Administrativas em Andamento
Com a insistência da Águas de Manaus em aplicar o reajuste, a PGM iniciou um processo para recorrer da decisão. As autoridades municipais buscam garantir que as tarifas sejam ajustadas de acordo com as normas contratuais e a proteção do usuário. A Ageman tem colaborado com a PGM ao fornecer informações necessárias para a elaboração do recurso.
Impacto na População
Esse reajuste nas tarifas de abastecimento de água e esgotamento sanitário é um tema sensível para a população de Manaus, que já enfrenta desafios econômicos. A expectativa é que as reivindicações da PGM consigam minimizar o impacto do aumento e assegurar que os processos sejam transparentes e justos. Assim, a população aguarda resultados que assegurem a proteção de seus interesses.
