Um divórcio milionário em Miami ganhou destaque internacional, envolvendo o empresário bilionário Miguel Fernandez e sua ex-companheira, Constance Tolevich Fernandez. Após um casamento de 25 anos, a disputa judicial sobre os termos financeiros do divórcio se intensificou, atraindo a atenção da alta sociedade.
Mike Fernandez, conhecido por sua atuação no setor de investimentos e por seu trabalho social na Flórida, entrou com o pedido de divórcio no mês passado. O empresário, de 73 anos, busca fazer valer um acordo pré-nupcial que estipula o pagamento de US$ 1 milhão à ex-esposa em caso de separação. Contudo, Constance considera esse valor insuficiente e resolveu contestar judicialmente, questionando a validade do contrato.
Desdobramentos do Caso
A defesa de Constance argumenta que o acordo foi assinado sob pressão, no próprio dia do casamento, sem que ela tivesse tempo suficiente para analisá-lo. Os advogados afirmam que ela não estava plenamente ciente dos termos e das finanças do então noivo.
Por outro lado, os representantes de Mike sustentam que a assinatura foi voluntária e que Constance omitiu informações financeiras relevantes antes do casamento, defendendo a legitimidade do acordo pré-nupcial. Essa diferença de argumentos eleva o embate à esfera pública, dado o contraste entre o patrimônio do empresário e o montante estipulado na separação.
Mansão em Foco
Um dos aspectos mais controversos do divórcio é a mansão em Coral Gables, uma área de alto valor na Flórida. Mike se recusa a transferir a propriedade para Constance, com a justificativa de que o acordo anterior o resguarda de qualquer divisão de bens adicionais. A disputa sobre a mansão adiciona mais complexidade ao processo e pode definir o resultado judicial.
Próximos Passos Legais
A primeira audiência do caso está marcada para o dia 6 de junho. O tribunal irá avaliar a validade do acordo pré-nupcial e os argumentos de ambos os lados. Este divórcio levanta questões sobre a importância e a compreensão dos contratos matrimoniais, especialmente dentro da elite financeira, onde a percepção das partes sobre os termos acordados pode divergir significativamente.

