A ação da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) na segunda fase da Operação Tormenta revelou um esquema de agiotagem e extorsão que operava em grande escala no estado. Em um esforço coordenado, os policiais do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) desmantelaram essa organização criminosa, resultando na prisão de cinco de seus membros.
Desarticulação do esquema
As investigações, iniciadas em janeiro, identificaram um grupo dedicado à prática de empréstimos ilegais, principalmente direcionados a mulheres que atuam no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Os agiotas cobriam interesses financeiros indevidos, com juros que chegavam a mais de 50% ao mês. Quando as vítimas não conseguiam honrar seus compromissos, eram submetidas a ameaças e extorsões.
As consequências da agiotagem
O impacto da criminalidade foi significativo, resultando em roubos de bens valiosos, incluindo veículos e joias. Em um comportamento em que a ousadia prevalecia, os criminosos até monitoravam as vítimas nas proximidades de órgãos oficiais, criando um ambiente de medo e incerteza entre os servidores públicos. Além disso, a organização utilizava empresas de fachada para disfarçar os lucros ilegais obtidos.
Continuação das investigações
A primeira fase da Operação Tormenta, que ocorreu em fevereiro, já havia levado à prisão de sete membros do grupo. Com os novos avanços na investigação, a Polícia Civil conseguiu enfraquecer ainda mais a organização, que movimentava elevados valores. As ações continuam para capturar outros envolvidos e impedir a continuidade do esquema de agiotagem.
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